Minc: “biodiversidade brasileira está ameaçada”

Ministro garante que país está tomando medidas ecológicas importantes e promete menor desmatamento dos últimos 20 anos na Amazônia

Com o lançamento do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), o Brasil começa, finalmente, a adotar políticas concretas para o combate ao desmatamento. Para o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que esteve presente na 61ª Reunião do SBPC, antes o crime ambiental compensava. Seria importante, então, aumentar a repressão e estimular a preservação – não só na Amazônia, mas em todos os biomas brasileiros.

– Para as pessoas, não é óbvio que é melhor deixar a floresta em pé do que destruir para colocar uma monocultura ou um boi por hectare. Antes, era mais fácil fazer o errado do que o certo e o que nós queremos agora é reverter esse quadro – declarou o ministro. – Daí a importância de operações como a do Boi Pirata e da Madeira Pirata.

No entanto, segundo Minc, o problema do desmatamento não se resolve apenas com a polícia e com o IBAMA, sendo necessário incorporar os setores produtivos do país ao PNMC. Assim, o governo vem estabelecendo medidas alternativas. Uma delas é a assinatura de acordos com entidades exportadoras para que elas só comercializem madeira legal e soja de áreas não desmatadas. O Ministro afirmou também que foram firmados pactos com bancos para que eles se comprometam a só financiar projetos sustentáveis.

– A parte ruim é que não foi possível consolidar acordos com os frigoríficos, que se recusaram a parar de trabalhar com carne de boi pirata. E a pecuária ilegal é hoje o maior problema brasileiro – lamentou. – Mesmo assim, nós vamos continuar fazendo pressão, seja através dos supermercados, que compram a carne do frigorífico, seja através do consumidor.

Segundo o Ministro, uma ferramenta fundamental no combate a Amazônia é também a tecnologia de monitoramento por satélite, hoje mais avançada. De acordo com Minc, a partir deste ano todo o território brasileiro passou a ser monitorado, e não mais só a Amazônia.

– É preciso preservar os biomas. Hoje, o Cerrado e a Caatinga são os mais problemáticos. Com o monitoramento total vamos descobrir as necessidades de cada bioma, o que vai ser importante para a redefinição do PNMC em 2011 – afirmou. – Na Mata Atlântica, por exemplo, o objetivo é expandir a floresta a partir do replantio, o que é diferente da Amazônia, onde nosso alvo é diminuir a perda.

olhem tenho boas recomendacão usem um exemplo do globo rural do dia 25 10 2009 sobre bio desgestor e que gera energia eletrica e tambem recomendo energia aeolica

  • é de bom grado a colaboraçao e todos para a preservação ambiental.O pais deveria incluir a sociedade em projetos como o vinculado em alguns paises da Europa,instigando a coleta da populaçao na troca de amenizar o imposto pago conforme a contribuição.
    A consciencia preservativa deve ser questão primordial,na garantia de um habitat estavel e hereditario,tomando base de que o desmatamento especificamente está entre as praticas que ameaçam a perpetua vida na Terra.Não é preciso pensar muito,para concluir que a retirada florestal suprime a ação da tranpiração arbustiva que formece 70 por cento da agua,contida no ciclo, e que está em rios,ar.etc

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