Educar é preciso

O dia anterior à mobilização nacional pela educação, é um momento propício para deixar vir a tona algumas reflexões que a experiência autoriza.

Um país só se faz em cima de pilares claros e concretos, de construção e preservação da cidadania: educação, saúde, habitação, emprego, salário digno, cultura e arte, segurança, liberdade, justiça.

O Brasil do pós golpe é um engodo que a juventude e os setores vinculados à educação, decidiram desmascarar.

O desgoverno atual — como toda ditadura — ataca aquilo que de mais precioso têm a humanidade: a noção do respeito pela pessoa, a ênfase inclaudicável na construção continuada do ser humano como eixo e sentido da vida em sociedade.

Regimes voltados para a exploração, para a acumulação de riqueza a qualquer custo e a qualquer preço, pisam em cima deste objetivo sagrado. Pisam na vida, nos direitos humanos, nos direitos sociais, nos direitos laborais.

Regimes como o atualmente estabelecido no Brasil, somente podem ser destruídos pela força da cidadania mobilizada, haja vista a incapacidade de uma suposta oposição que de fato, cruza os braços diante da destruição do país.

Apoiar a mobilização em defesa da educação como um direito inalienável, é dar um basta na ação nefasta das elites incapazes de governar o Brasil.

É nas ruas e em qualquer lugar onde se apresente a possibilidade de desnudar a manobra perversa de imbecilização das pessoas, que este combate é livrado.

Livrar. Livros. Cultura. Leitura. Arte. Criação. Humanidade é isto.

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