A Igreja e o evangelho da prosperidade (*)

(*) Pastor Batista atualmente desempregado ([email protected]), membro de NÓS TAMBÉM SOMOS IGREJA de João Pessoa, Paraíba.

Aumentar o número de fiéis para engrandecer a igreja ou manter a fidelidade ao anúncio profético do evangelho, a boa-nova que anuncia o Reino de Deus como justiça, solidariedade e dignidade para todos e todas?

Essa talvez seja uma reflexão que poucos líderes cristãos fazem. Ao fazerem, a imensa maioria parece optar pelo crescimento numérico de suas respectivas igrejas. Pelo menos é o que se percebe. Basta verificar o numero cada vez mais crescente de igrejas evangélicas, cujo modelo prevalecente é o da igreja-empresa com sua liturgia inovadora que recorre à data-show, testemunhos miraculosos, grupos de danças, fundo musical suave estrategicamente utilizado para sensibilizar o coração do fiel, cânticos espirituais acompanhado de mantras evangélicos, ar condicionado central pregações sobre temas ligados aos problemas familiares, financeiros, saúde, tudo para promover o “bem-estar-espiritual” do “fiel”; isso sem falar dos shows gospels com seus aparatos.

Tal preocupação excessiva pelo aumento ou a diminuição dos fiéis, é real tanto entre bispos e pastores evangélicos, sejam eles de denominações históricas ou pentecostais clássicas e neo-pentecostais, quanto bispos e padres católicos. Em si tratando de João Pessoa, duas denominações evangélicas que muito tem investido no bem-estar-espiritual dos fieis, são: a IURD (1) e a Batista (2). Uma vez que o sucesso quantitativo passou a ser alvo prioritário, podemos dizer, em termos teológicos, que a igreja foi identificada com o Reino de Deus; isto é, o mero crescimento numérico da igreja é vista como a realização da missão de anunciar o Reino de Deus (3).

A nova religião “popular católica urbana” há muito se consolidou. O fenômeno padre Marcelo continua vivo, através da sua liturgia envolvente que toca a sensibilidade das emoções do povo e sua mensagem que responde diretamente às aspirações e à cultura do ser urbano, consegue conter a migração em massa de católicos (com exceção dos católicos nominais) para as igrejas evangélicas. Claro que há outros padres trabalhando com a mesma visão, é o caso do Pe. Fabio Melo. A canção nova esta ai atuando com muita eficácia em todo o país, assim como várias emissoras de rádio e canais de televisão evangélica. No fundo, ambos propagam um evangelho do sucesso e da prosperidade.

Hoje, é perfeitamente possível assistir a missa ou culto, sem sair de casa. Basta sintonizar seu aparelho televisivo nos vários canais abertos ou fechados. Esta ai a igreja que salva, cura e liberta através do poder do espírito. Mas que espírito é este? O Espírito Santo? Hora, o espírito que ai atua, é bastante limitado. Sua ação restringe-se as emoções humanas. Este espírito não produz uma fé que se compromete com as mudanças das estruturas pessoais e sociais existentes, aliás, toma por definitivas e absolutas as estruturas do sistema estabelecido promovendo um conformismo religioso-emocionalista generalizado. O deus deste evangelho e destes grupos garante a prosperidade a todos os que aderem a sua pregação. Como diz José Comblin “Tudo ficou muito simples: Jesus salva, Jesus resolve, Jesus perdoa, Jesus dá paz e felicidade a todos. Basta querer, basta aceitar… e fazer um depósito na conta bancária do missionário” (4).

A propagação do evangelho da prosperidade se dá de múltiplas maneiras (livros, jornais, folhetos, panfletos,) e, além do seu triunfalismo doentio, outra característica deste evangelho é sua intolerância religiosa. Recentemente a justiça da Bahia determinou o recolhimento em Salvador, de todos os exemplares do livro “Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação” da editora Canção Nova, cuja autoria é do padre Jonas Abib, fundador da Canção Nova, que por sua vez esta ligada à Renovação Carismática, de tendência teológica bastante conservadora. De acordo com o ministério público, o padre cometeu o crime de “prática e incitação de discriminação ou preconceito religioso”, previsto na lei 7.716, de 1989 (5).

No seguimento cristão evangélico, são várias as estratégias utilizadas para “evangelizar os pecadores” que ainda não se converteram. O caso “Mãe Gilda” foi o que recentemente mais se destacou. Já se desenrolava há nove anos e foi parar no STJ. A saga do Abassá de Ogum, como ficou conhecida a historia, iniciou quando a Iyalorixá Jaciara Ribeiro, filha consangüínea de Mãe Gilda decidiu processar a IURD por danos morais e uso indevido da imagem da sua mãe. A ação movida pela Iyá (mãe de santo) Jaciara foi apoiada pelos advogados de Koinonia (ONG que trabalha com direitos humanos). A decisão da quarta turma do STJ obriga o jornal a Folha Universal, que publicou a foto de Mãe Gilda sob manchete ofensiva, a publicar uma retratação. O valor da indenização arbitrado pela 17ª Vara Civil da Bahia de 1.4 milhões foi reduzido para 145.250,00 (6), valor insignificante para uma igreja detentora de um patrimônio milionário.

Que evangelho foi pregado a fim de vilipendiar a imagem da Mãe Gilda? O evangelho que abraça as diferenças religiosas em nome do respeito e da tolerância? O evangelho que procura evitar tanto a colisão com o diferente quanto a sua coexistência estanque? O evangelho que se põe a serviço da construção de um mundo melhor? A quem a igreja Universal pretendia atacar? Objetivamente, as religiões afro-descendentes, numa total ausência de senso Ecumênico e dialogo inter-religioso! Claro, não se pode esperar tal senso por parte de uma igreja cujo interesse maior são os fieis de outras religiões. Esta é vista como empresa religiosa, fundamentada numa teologia da prosperidade. O teólogo luterano Gottfried Brakemeier afirma que é difícil “reconhecer nesta igreja a imagem da Igreja das origens e de seu Senhor crucificado. Trata-se de neoliberalismo econômico em roupagem religiosa. É uma religião de resultados, uma ‘ciência’ do sucesso” (7). Em síntese, a magia ai tomou o lugar do evangelho e a comunidade desapareceu tornando-se freguesia.

A impressão que temos é que estamos descendo velozmente a ladeira, e isso, tem uma “história”. Saímos do seguimento de Cristo para o cristianismo institucionalizado de Constantino, depois para a cristandade. Da cristandade para o protestantismo (que poderia ter sido um movimento de proposta), do protestantismo para o denominacionalismo e hoje para o conformismo religioso alienado das questões sociais e políticas do seu tempo. Deste modo, cada vez mais a igreja vai perdendo sua relevância e não se aprecia hoje o apoio que ela pode trazer à solução dos problemas humanos contemporâneos. Tanto o ministério quanto a mensagem cristã tem perdido a credibilidade perante uma sociedade atenta, que parece esta se divertindo com o espetáculo.

Warren W. Wiersbe, pastor batista norte-americano, descreveu os cristãos evangélicos da seguinte maneira: “Nos dias de hoje somos desafiados, mas não transformados; convencidos, mas não convertidos. Ouvimos, mas não praticamos; e, desse modo, enganamos a nós mesmos” (8). Perguntas como: Porque deveríamos escutar o que pregam as igrejas? Com que autoridade os pastores pregam para a sociedade sobre pecado e salvação? O que esse evangelho da “prosperidade” tem haver com o evangelho pregado para os pobres na época do Cristo? O evangelho de Jesus não é a denuncia dos falsos evangelhos que enganavam o povo? Já não passou da hora de por em ordem à própria casa? São feitas diariamente pelos críticos e estas, continuam sem resposta!

Acontece hoje como na época do profeta Jeremias. As pessoas desejam ser levadas para um caminho sem muito compromisso, são levadas a apoiar e defender justamente aqueles que os engana e destrói. “É o que deseja o meu povo” (Jr.5:31) Por que? Porque a natureza humana deseja o caminho mais fácil para não ter de ouvir a Palavra de Deus, arrepender-se e obedecer à sua vontade. É esse o motivo de a multidão ter seguido a Pasur e não a Jeremias, escolhido a Barrabás e não a Cristo, apedrejado os profetas verdadeiros e açoitado os servos de Deus. A multidão prefere o caminho largo; é mais fácil, mais cômodo e certamente há muito mais companhia.

Jeremias escreveu sobre o coração varias vezes em suas profecias. “Enganoso é o coração mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (17:9) Para um povo de religião de aparência, Deus anunciou através do profeta: “Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração”. (29:13). Pelo menos nove vezes Jeremias escreveu sobre a imaginação do coração perverso do homem. Pasur e o seu grupo jamais pregaram sermões radicais como esses. Prometeram paz, proteção, prosperidade, e as multidões os aplaudiram e apoiaram.

Atento ao povo que se desviava, Javé disse: “Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas. E cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”. (Jr.2:13). Não foi uma mensagem muito popular, e fez com que Jeremias ficasse em apuros perante a instituição religiosa. Mas Jeremias era um profeta, não um mercenário; não desistiu apesar de o povo rejeitar sua mensagem.

Um último paralelismo entre a nossa época e a época de Jeremias: os falsos profetas eram homens gananciosos que usavam a religião para obtenção de lucros pessoais. Jactavam-se de sua prosperidade e da prosperidade do templo e da nação. Afinal, não eram eles o povo escolhido de Deus, e a sua riqueza não era prova de sua fidelidade e benção divina?

Por vários lugares onde passamos e encontramos igrejas-empresas, que propagam o evangelho da prosperidade, percebemos que as pessoas deixaram de ser rebanho e passaram a ser mala-direta, mantenedoras e parceiras de empreendimentos religiosos. A justificativa de que todos precisam conhecer “o verdadeiro evangelho” acaba se transformando, com o tempo, em necessidade de encontrar uma vitrine onde a instituição se mostre como produto. Como afirma Ed René Kivitz, “foi o tempo em que os pastores se gabavam de pastorear grandes igrejas. Agora a moda é ser apostolo de uma rede de igrejas”. (9)

Não creio que devamos esperar por parte dos lideres espirituais (pastores, padres,) destas respectivas igrejas que defendem e pregam o evangelho da prosperidade, uma leitura e interpretação da bíblia que considere a realidade histórica da salvação como querida efetivamente por Deus (conforme nos aponta Gustavo Gutierrez para quem a libertação e a salvação são dados reais, presentes no mundo, presentes na historia). Tenho profundas duvidas se devemos esperar uma reflexão ou mesmo uma pregação da fé em Cristo no contexto dos povos crucificados (como sempre o fez com seriedade e compaixão Jon Sobrino). Honestamente, não sei se devemos esperar que seus pregadores encarnem a verdade de que a realidade ultima para Jesus, O Reino de Deus, seja também para eles, pois sua realidade primeira e ultima está diretamente relacionada ao crescimento numérico e financeiro de seus “reinos” aqui na terra, pois, como afirma José Comblin, “a igreja ainda não sabe como se emancipar do poder do dinheiro, que tudo invade”. (10)

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem,.. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. (Mt.6:19-21)

(1) IURD é a sigla utilizada para identificar a Igreja Universal do Reino de Deus. O investimento financeiro realizado por esta denominação de cunho neo-pentecostal pode ser visibilizado por suas suntuosas construções, a exemplo do que se pode ver no centro da cidade próximo a lagoa (Parque Sólon de Lucena) e/ou principalmente na Av. Epitácio Pessoa, a principal avenida da capital paraibana.

(2) As Igrejas Batistas como Cidade Viva (no bairro do Bessa/Centro de Convenções Cidade Viva), PIB (Primeira Igreja Batista de JP/Espaço Gospel/Bairro de Manaira), Batistinha (Cujo Templo é um dos mais modernos do nordeste/no Bairro do Bessa) tem investido consideravelmente em seus espaços culticos a fim de proporcionar “bem-estar-espiritual” aos seus freqüentadores.

(3) Mo Sung, Jung. A crise do cristianismo e a crise do mundo – artigo publicado na internet, no site http://servicioskoinonia.org/relat/247p.htm

(4) Comblin, José. Quais os desafios dos temas teológicos atuais? São Paulo. Paulus, 2005 – pg. 7

(5) (fonte: Verbonet, Ultima Instância e Jornal Folha de São Paulo)

(6) Idem.

(7) Brakemeier, Gottfried. Preservando a Unidade do Espírito no Vínculo da Paz: Um curso de ecumenismo – São Paulo. Aste, 2004 – pg. 27

(8) W. Wiersbe, Warren. A Crise de Integridade – São Paulo. Vida, 1991.

(9) Kivitz, Ed René. Outra espiritualidade – São Paulo. Mundo Cristão, 2006 – pg. 38

(10)Comblin, José. A profecia na Igreja – São Paulo. Paulus, 2008 – pg. 286

professor parabens e um texto maravilhoso eu adoreiparabensssssssssssss

  • É professor o senhor tem razão, as igrejas em modo geral tem que se preocupar em anuciar o evangelho de cristo, do que adquirir bens.sua aluna turma a de pombal.

  • OLÁ PROFESSOR LUCIANO, ACHEI INTERESSANTISIMO O SEU ARTIGO CRÍTICO, CONCODO COM VOCÊ,POR QUE, INFELISMENTE É ASSIM MESMO QUE FUNCIONA A GRANDE MAIORIA DOS PREGADORES, POR QUE NINGUÉM SABE, OU SE SABE NÃO REVELA PARA OS FIEIS POR QUE COBRAM PARA DIVULGAR O REINO DE DEUS.

    NA PRÁTICA,O EVANGELHO AINDA NÃO PASSA PARA A HUMANIDADE A VERDADEIRA IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE: POR QUE? POR QUE O EVANGELHO DEPENDE DOS PREGADORES, DO HOMEM PARA SER-LO DIVULGADO.

    O SER HUMANO EQUIVOCADO, NA ANSIA DE GANHAR DINHEIRO DISTORCEM OS ENSINAMENTOS DE JESUS AMEDRONTANDO OS FIEIS PARA OS ATRAI-LOS PARA VOSSOS TEMPLOS E CONSEQUENTEMENTE AUMENTAR O NÚMERO DE ADEPTOS.

    ESQUECEM DO QUE FALOU JESUS ‘DAI DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBESTE’ ESSA FRASE DE JESUS É O SUFICIENTE PARA FAZER UMA REFLEXÃO.

  • Marcos Antonio Lopes
    OLÁ PROFESSOR LUCIANO, ACHEI INTERESSANTISIMO O SEU ARTIGO CRÍTICO, CONCODO COM VOCÊ,POR QUE, INFELISMENTE É ASSIM MESMO QUE FUNCIONA A GRANDE MAIORIA DOS PREGADORES, POR QUE NINGUÉM SABE, OU SE SABE NÃO REVELA PARA OS FIEIS POR QUE COBRAM PARA DIVULGAR O REINO DE DEUS.

    NA PRÁTICA,O EVANGELHO AINDA NÃO PASSA PARA A HUMANIDADE A VERDADEIRA IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE: POR QUE? POR QUE O EVANGELHO DEPENDE DOS PREGADORES, DO HOMEM PARA SER-LO DIVULGADO.

    O SER HUMANO EQUIVOCADO, NA ANSIA DE GANHAR DINHEIRO DISTORCEM OS ENSINAMENTOS DE JESUS AMEDRONTANDO OS FIEIS PARA OS ATRAI-LOS PARA VOSSOS TEMPLOS E CONSEQUENTEMENTE AUMENTAR O NÚMERO DE ADEPTOS.

    ESQUECEM DO QUE FALOU JESUS ‘DAI DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBESTE’ ESSA FRASE DE JESUS É O SUFICIENTE PARA FAZER UMA REFLEXÃO.

  • professor Luciano li o seu artigo e achei muito interessante,concordo em tudo com você. sua aluna do curso de pedagogia polo de pombal.

  • Olá Professor Luciano li o seu artigo e achei interessante a sua visão sobre as igrejas sobre cobrarem dos seus frenquentadores uma quantia para assistirem o culto.Não acho isso justo pois onde se prega o amor, solidariedade,humildade,entre os homens não se deve cobrar.Não foi isso que Deus deixou para nós pois o seu legado não é cobrado e sim ploriferado para o mundo sem qualquer quantia.A humanidade em geral está esquecendo de uma coisa muito importante de o amor entre os homens pois é dai que vem a compaixão para com os outros. Amor não se cobra,é dado pois é dando que se recebe é perdoando que se é perdoado assim está escrito numa das musicas de São Francisco de Assis que deixou sua fortuna para viver entre os leprosos e doentes.É professor muitas coisas tem que mudar nesse mundo de hoje pois o que será no mundo de amanhã?Oque será de nossos filhos?Ajuventude enfim é uma questão muita ampla é dificil de entende. M.as gostaria de deixar uma mensagem.A vida vai muito além do que imaginamos pois nem tudo o que parece é e sim o que é dificil de enxergar.

  • oi professor li o seu artigo como nao foi diferente de tudo que pude ver sua sabedoria com relaçao a o ponto de vista da realidade. e um ser humano admiravel posso dizer q concordo em numeros e graus no que foi publicado por ti. que pelo menos alguns pastores e padres pense como vc e q todos os seres humanos nao jutem tesouros na terra mas nos corações de cada um. abraço fique com Deus.

  • Olá professor, li seu artigo e concordo com seu ponto de vista no que diz respeito a cobranças nas igrejas de um modo geral, mas acho que o senhor peca ao generalizar os pastores destas igrejas, pois, lhe digo que aqui em Pombal temos Ig. Batista e não vejo nela cobrança alguma, ao contrário vejo um homem que se torna neste caso uma exceção, pois, prega a salvação através do sofimento de Jesus no calvário.
    Parabéns professor por seus conhecimentos e acima de tudo por sua coragem.

  • Professor e caros colegas de estudo, não deu para criar o email no msn. Mas criei o seguinte email no yahoo: [email protected], e a senha ficou a mesma acrescida do nº1 sem espaço.

    OBS: O senhor pode enviar por este email as notas e média.

    Atenciosamente,

    Gêucione

  • Muito interessante o artigo, já que a igeja desde os seus primordios tem a caracteristica de “comércio”, pois é de conhecimento de todos que no regime feudal a igreja era somente frequentada pelos senhores detentores de terra, hoje em dia isso se torna mais visivel, tanto no catolicismo quanto nas igrejas protestantes, onde visam apenas o lucro, o poder, desconsiderando o verdadeiro sentido da palavra de Deus.

  • os pastores e padres fazem com que seus fies acreditem que a salvação e recebida através de uma quantia oferecida, por eles durante o culto ou ofertório, mas para algumas igrejas evangélicas,quanto mas dinheiro o fiel colocar mas certeza terá da sua salvação.Estará seguro diante de Deus, isto só acontece diante daqueles cristãos analfabetos que não lêem a palavra de Deus e outros que não sabem interpretar a palavra e prefere ir pelos pastores.
    levando os que querem ser ricos caem em tentação,diante das coisas supérfelas como dinheiro,poder passando por cima dos seus próprios pnicípios como amar seu próximo.

    Pedagogia Pólo de Pombal-PB

    Francinalda Alcantara
    Silvia Andréa
    Ulza Melo Marinho

  • Clerismar dos Santos Alencar (barrinha)
    data 22/03/1010
    Como vai professor Luciano gostei muito do seu artigo o Senhor tem razão cada vez mais vem crescendo o numero de igreja no sosso Estado, por varios lugares onde passamos encontramos Igreja-Empresas que propagam o Evangelho, percebemos que as pessoas deixaram de ser rebanho e passaram a ser mala-direta, e somos convencido mas não convertido. As pessoas ouvir mas não particar e desse modo somos encanado e cada vez mais as Igreja vai pedendo sua idetidade ou seja a sua missão de Evangeliza

    A moda hoje é ser pasto de uma Igreja as pessoas prefere o caminho largo è mais facil e mais encomodo para para o povo. A religião hoje é usada como obteção de lucros uma religião de aprência para eles primeiro e ultima está diretamente relacionado ao crescimento numericos e financeiro dos fieis do que no Evangelho.

  • Simplismente uma realidade. Enganação e charlatarismo, pessoas usando o evangelho de cristo para subtrair dinheiro de pessoas geralmente desesperadas.

  • Professor Luciano,

    Espero que esteja bem,assim como os seus.

    Seu artigo tem um tema interessante. Entretanto, erra em alguns momentos. Um deles é a

    generalização, inclusive de padres (Apesar de ser evangélico!). Sou evangélico há 29 anos

    e lamento, profundmante, a total ausência de citação àqueles homens e mulheres,

    evangélicos ou católicos, que abandonaram possibilidades profissionais, conforto e o

    ambiente emocional familiar para dedicarem-se à pregação do evangelho e ao serviço ao

    próximo.
    Conheço igrejas que estão usando dinheiro para tirar crianças da rua, pessoas do tráfico,

    do frio das madrugadas, etc. Não uma obra com o intuito de justificar as ofertas, mas

    resultante de paixão pelo próximo.

    Obviamente que existem os tais que seu artigo aponta e não devemos ser conivente com

    estes. Entretanto, eu, como professor de história, apelo ao seu papel de educador, no

    sentido de manifestar neste texto a coerência fundada em dados resultantes de observações

    sérias, análises desprovidas de preconceitos; coisas estas tão comuns em artigos

    jornalisticos, livros tendenciosos, etc.

    Criticar a igreja da forma como o fez, sem fazer referência qualquer às realizações

    inestimáveis operadas por pessoas dedicadas; algumas são voluntárias, outras recebendo

    sim, susutento. Dentre tais encontramos milhares que deixaram emprego, família, posses e

    estão embrenhadas em favelas, florestas de pedra e de ódio; desertos humanos, países

    extranhos, etc.fazendo a vida de pessoas encontrar um sentido e amor em Cristo. Estes,

    aos quais o senhor não fez referência, seguem enfrentando situações de perigo, privações,

    carencias emocionais pela distância da familia, afrontas, críticas e tantas coisas que o

    espaço não nos dá possiblidades de listar. Fazendo aquilo que o estado não consegue, que

    universitários movidos por uma mídia tendenciosa, por discursos baseadas em livros e não

    em vivêcia prática e despreconceituosa, também não fazem. Já estive na academia; somos

    muito teóricos, críticos; na maioria das vezes, baseados na visão de livros, terceiros,

    mas sem conhecimento vivencial. A academia discute, teoriza, se posiciona, mas quando

    chega lá, na vida, não faz nada diferente. Esquece. Se curva ante o sistema.

    Professor, nosso papel é desenvolver um senso crítico nos alunos, mas não preconceituoso.

    Por isso, peço que não deixe de criticar, porém inclua neste artigo a verdade completa.

    Não esqueça dos milhares de pessoas, pastores, padres e freiras que fazem, sim, um

    trabalho maravilhoso e inestimável para pessoas, famílias e sociedade.

    Com respeito,

    Jota Araújo

  • A paz do Senhor!

    A Igreja em que eu trabalho está desde o começo do ano caminhando para a desgraça do evangelho da prosperidade e infelizmente ninguem pode fazer nada. Graças a Deus tenho a oportunidade de ministrar para os Jovens todos os domingos, e tenho combatidos falsas doutrinas e movimentos que não levam a ninguem a uma transformação genuina. Preciso de sua ajuda, pois quase todos os textos que sao pegos para dar credibilidade ao evangelho da prospeidade estão fora de contexto originais, são versiculos isolados, creio que o senhor sabe do que estou falando, pois é, estou fazendo um estudo teológico sobre o assunto a gostaria de sua ajuda.
    O meu e-mail está ai, se o senhor poder me ajudar ficarei grato, temos que desmascarar esse movimento que tem crescido em nossas igrejas.
    Atenciosamente.

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