Um governo duro com os trabalhadores, dócil ao capital

Mais uma vez, o autoritarismo de uma esquerda viciada no poder. O governo tenta enganar a população com informações truncadas que fazem aparecer as propostas do governo para os docentes em greve nas universidades federais como positivas, quando na verdade apenas mantém a tentativa de quebrar a categoria docente e indispor contra ela a população.

Velhas manobras do poder. Um poder ensoberbecido de autoritarismo. Agora o governo pretende substituir trabalhadores em greve, como se as pessoas não pudesse mais ter o direito de reclamar pelas injustas condições de trabalho e remuneração. O governo usa a midia, como sempre a direita fez e continua a fazer, para espalhar as suas mentiras. Aliás, direita e governo são cada vez mais sinônimos.

Deputados e senadores que pouco trabalham e ganham absurdos, nem precisam fazer greve nem serem ameaçados de serem substituídos. Apenas perdem o cargo quando, como recentemente ocorreu, os escândalos de que são protagonistas vem a tona e algum deles deve ir embora para que tudo fique como está.

Enquanto isso, a política nacional cada vez mais a mercê dos interesses do grande capital, dos megainvestidores, que levam o governo a um atendimento imediato das suas pretensões. Haja vista o ocorrido com o Código Florestal.

Não se viu ameaça alguma do governo aos interesses dos grandes proprietários rurais: ao contrário, concessões e recuos. Enquanto isso, com o meu dinheiro, com o seu dinheiro, a presidenta da nação viaja daqui para lá, posando de defensora de um povo ao qual combate.

Espero que não sejam reeditados os decretos de censura de outros tempos, e que pelo menos a cidadania continue a ter os espaços de opinião que foram duramente arrancados ao autoritarismo que, cada vez mais está de volta no poder.

Aliás, foram os governos da suposta esquerda política (o PSDB e o PT), os que foram trazendo de volta as velhas artimanhas da repressão e da quebra dos direitos dos trabahadores, aliadas às mentiras difundidas pela midia.

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