Sonhos…

jardimContemplar a paisagem bucólica, sentir o sussurro do vento, relembrar imagens, olhares, palavras, rostos, atos e melodias doces de um passado ou esperados para o futuro, alimentam e resgatam em mim a integridade da minha identidade, a criatividade, a harmonia, a paz, a plenitude do amor platônico… sonhos…

Porém, às vezes, vejo-me tão mergulhada em “sonhos distantes”, que quase não consigo acordar para a realidade do meu cotidiano, que, apesar de preciosas vivências, apresentam imperfeições, lutas desgastantes, carências, responsabilidades e compromissos sem fim.

Assim, meus movimentos constantes envolvem descansar os esforços, sonhar os anseios da alma, acolher as saudades, ver o futuro com fé, mas, sobretudo, viver o presente com coragem, sobriedade, fé, verdade e sabedoria, dia após dia.

Que meus sonhos nunca me afastem das pessoas, do mundo ao redor e nem do voto que firmei com Deus de amá-lo com tudo o que sou: meu coração, minha alma, minha força e meu entendimento.

Então, meu desejo é que no profano das ações e pensamentos cotidianos, e também, das paixões e dos sonhos atemporais, eu saiba viver e cultivar o sagrado de cada momento, acolhendo cada sentimento e cada pessoa que fazem parte de meu ser.

Que eu possa sonhar, voar e transcender, sem perder-me de mim, do colo de meu Pai, das relações com as pessoas e da vida ao redor… Esse é meu sonho…

Mey Pestana é cirurgiã-dentista (FOUSP/1983), Especialista em Aconselhamento e Psicologia Pastoral (EST/2011), Bacharel em Teologia (SBN-FACETEN/2013), Terapeuta Comunitária Integrativa (ABRATECOM/2013), Mestre em Ciências das Religiões (PPGCR-UFPB/2017). Brasileira, caçula de quatro filhos de família imigrante da Indonésia (1960). Casada há 33 anos com Álvaro Cesar Pestana, mãe de Lucas (32) e Gabriela (26). Palestrante e facilitadora de rodas de TCI em Seminários e encontros femininos em todo o país. Aprecia a fé, a arte, boas leituras e amizades.

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Eu sonho com poder viver plenamente o presente, um presente que sei curto, diante do tempo de vida que me resta. Por isso mesmo, ainda mais precioso.

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