Sobre os 22 milionários brasileiros nos ‘Panama Papers’: deve ser a crise

Foto: pixabay.com

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De Fernando Rodrigues com os Panama Papers:

“Pelo menos 22 empresas e famílias brasileiras estão nos arquivos dos Panama Papers por manterem relação com firmas abertas em paraísos fiscais. Nesse seleto grupo há 12 citados que frequentam ou frequentaram listas de bilionários elaboradas pela mídia especializada.

Os empresários representam o maior grupo dentre os donos das cerca de 1.700 offshores abertas pela firma panamenha de advocacia e consultoria Mossack Fonseca para endereços de pessoas morando no Brasil. O uso dessas estruturas é legítimo e garantido pela lei brasileira desde que a empresa e os bens controlados por ela sejam declarados à Receita Federal e tributados. (…)”

Quem está na lista:

  • Track & Field (vestuário)
  • Droga Raia
  • Laticínios Shefa
  • EMS (farmacêutica)
  • Firjan (federação) e Banco BBM
  • Gol
  • Grupo EBX
  • Grupo Suzano
  • Ypióca (até 2012)
  • M Dias Branco / massas Adria (alimentos)
  • Grupo Gerdau
  • Grupo Objetivo
  • 3G Capital e Ambev
  • Grupo Klabin
  • Dolly (isso mesmo: Dolly)
  • Casas Bahia
  • Goldsztein (incorporadora) e Fiergs (federação)
  • MinasLigas (mineradora)
  • Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)
  • Cowan (construtora)
  • Grupo Petrópolis (cervejaria) — que por sinal recebeu incentivo de mais de 680 milhões de reais do PMDB no Rio (http://glo.bo/1T4zHn8)
    JBS (Friboi)
  • E, claro, os Marinho/Globo (omitidos da lista acima): http://bit.ly/1T4A6G7

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Lembrando que podem existir outros. A reportagem completa em https://panamapapers.icij.org