Shimón Péres, a visita de um assassino ao Brasil

Shimón Péres é um assassino notório, assim como todos os líderes de Israel. Este criminoso está visitando o Brasil, impunemente. Ainda neste mês de novembro de 2009, outro assassino visitará o Brasil, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejaddi, um dos mentores da limpeza étnica no Iraque, ao lado dos EUA, de quem se diz inimigo.

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Ele é o principal responsável por um dos mais hediondos crimes já cometidos no Líbano, o Primeiro Massacre de Qana, durante a Operação Vinhas da Ira, em abril de 1996. Este foi o presente de Páscoa de Israel para o Líbano: mais de 160 cadáveres calcinados pelos bombardeios criminosos. Israel ocupava a totalidade sul Líbano, nesta época, apoiado pelo grupo terrorista libanês, Exército do Sul do Líbano, especializado em massacrar libaneses.

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Era época de eleições para o parlamento e Shimón Péres, do Partido Trabalhista, não estava bem nas pesquisas. Ao mesmo tempo, o Hamas estava no auge de uma campanha contra a ocupação militar israelense nos Territórios Ocupados, fazendo operações suicidas em Israel. O grupo de resistência islämica era contrário aos Acordos de Oslo, que representaram de fato a oficialização da anexação dos territórios palestinos ocupados por Israel. Os israelenses, contudo, acharam que Péres não era duro (sic) o suficiente para combater o “terrorismo” do Hamas.  Isto é, para os eleitores, Péres não assassinava palestinos o suficiente para calá-los. No sul do Líbano, ocupado pelos israelenses desde 1982, o Hizbollah, criado na estufa da Operação Punhos de Ferro (1983-7), na qual Israel, sob o comando de Péres, exterminou (após prender e torturar) milhares de paupérrimos aldeões xiitas e palestinos, o grupo xiita liderava a resistência árabe (sírio-líbano-palestina) contra os invasores, intensificando seus contra-ataques aos ocupantes. Foi quando Shimón Péres, para vencer as eleições parlamentares e bater seu rival, Benjamin Netaniyahu, resolveu atacar massacrar os libaneses. Para cada voto israelense, centenas de cadáveres árabes, esta era equação de Péres.

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O link abaixo mostra um vídeo sobre os dois massacres de Qana (o primeiro, em 1996, e o segundo, em 2006), não recomendo que pessoas sensíveis assistam, pois há cenas de atrocidades. É necessário a exibição do vídeo para que todos saibam o que ocorreu em Qana, refúgio para milhares de refugiados palestinos, incluindo milhares de crianças. Ao todo, mais de 160 pessoas foram exterminadas durante a operação, mais de 100 palestinos, a maioria crianças dormindo, foram calcinadas apenas em Qana. O autor do massacre: Shimón Péres, assassino e Prêmio Nobel da Paz (sic).

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Sobre as vítimas do Primeiro Massacre de Qana (18/04/1996), ver o seguinte site:

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http://almashriq.hiof.no/lebanon/300/350/355/april-war/april-war-victims.html#qana-names

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O vídeo do Youtube exige senha e cadastro, por causa da brutalidade das cenas.

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Vídeos e fotos contêm cenas de extrema violência.

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http://www.youtube.com/watch?v=asL_ouHnYWs

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http://almashriq.hiof.no/lebanon/300/350/355/april-war/qana/

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http://www.youtube.com/watch?v=U1Jgk9DESWU&feature=related

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http://www.youtube.com/watch?v=MAFzmty6AcU&feature=related

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http://www.youtube.com/watch?v=hr4oP2jrsfM&feature=related

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Não esqueceremos.

Por que pensa o ator que grupos como o hamas, que tem coragem de detonar explosivos com pregos e parafusos (para matar e ferir mais) em onibus e restaurantes nao sao assassinos? Meu amigo, procure um psiquiatra (Nao o tal doutor-major que assassinou 13 numa base nos EUA, berrando a tal frase “alla wakbar” (“grande deus”). Por que vc acha que quem quer a vida e nao a morte (EU, Eua, china, Israel, Grande parte dos arabes (refens de terroristas islamicos) japao, brasil e todo mundo) tem o dever de oferecer o pescoco par quem quer a morte e nao a vida (al-qaida, hamas, jihad islamico e etc.. )?

  • O autor esquece que o hizbollar eh mantido e patrocinado pelo Iran. Estranho como critica o Iran e glorifica os canalhas do hizbollah (que junto com seus amigos iranianos detonaram cargas explosivas na argentina em edificio da comunidade judaica em buenos aires e embaixada de israel na argentina, matando dezenas de cidades argentinos e funcionarios da embaixda – mulheres, homens, criancas, velhos e adolecentes.

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