Refazer

A fragilidade da democracia é a sua suscetibilidade para ser destruída e desvirtuada pelos espíritos avessos ao bem comum. Leia-se: elementos ávidos por dinheiro, poder, prestígio, dominação, exclusão social. O Brasil atual é um exemplo disto.

Os estamentos elitistas concentradores de renda deram o golpe contra Dilma Rousseff do PT em 2016, dando prosseguimento à sua intenção de retomar o poder nos moldes antigos. Ou seja: fome, doença, desemprego, violência, abuso de autoridade.

Os instrumentos usados para rachar o tecido social foram a mentira, a calúnia, a difamação, a enganação, o preconceito, a ignorância. É o retrato do governo atual. Incompetência, submissão ao capital estrangeiro, abdicação da soberania nacional, ataque aos direitos humanos, sociais e laborais.

A reversão deste quadro está a demandar um esforço contínuo, concentrado e consequente de todos os setores da cidadania comprometidos com a pessoa humana no seu incalculável valor. É a vida que está em jogo. Isto não pode nem deve ser, nem será negociado.

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