Memória ativa

No ano de 1976, fazia já bastante tempo que era muito pouco o que se podia fazer, na Argentina, para resistir ao avanço do regime de terror que fora se instalando desde as entranhas da democracia fragilizada.

No Brasil de hoje, a situação é muito parecida. A população acuada pela maldade e violência da opressão de um regime formalmente democrático, mas em tudo contrário e hostil aos Direitos Humanos.

A pergunta é a mesma: o que fazer? O que fazer, hoje, para contribuir para o restabelecimento da democracia no Brasil? A resposta é apenas perceptível. Como ontem, o espaço da liberdade está circunscrito a uma esfera íntima e próxima.

O regime foi nos acuando, fomos cedendo, deixando que o inimigo avançasse. A ditadura está entre nós, e inclusive, é pior do que a ditadura brasileira de 1964, que permitiu com que Lula fosse ao enterro da mãe dele. Esta suprime todo direito, debocha de nós, pelas redes sociais. Suprema injustiça. O que mais vem aí?

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