Humanizar

Um presidente da república não pode ser um apologista da tortura. A tortura é um crime contra a humanidade, portanto, imprescritível.

O atual presidente do Brasil, ao fazer apologia deste crime hediondo, torna-se um criminoso.

Ao praticar atos homofóbicos, o “presidente” agride um segmento vulnerável da população, que deveria proteger.

Atenta contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que garantiza o direito de cada pessoa a sua própria identidade em todas as suas dimensões (sexual, étnica, politica, nacional, religiosa, de crenças…).

O atual “presidente” ganhou as eleições como resultado de um processo eleitoral prenhe de calúnias, mentiras, difamação, uso partidista do aparelho judiciário e policial. Ilegítimo, criminoso, impune.

O Brasil não pode suportar isto. O Brasil deve ser reconduzido ao restabelecimento do regime constitucional democrático.

Os direitos humanos, sociais e laborais, devem ser respeitados. O Brasil deve continuar a ser um país decente, respeitado no mundo inteiro.

A população não pode ser despojada das conquistas que enobrecem a raça humana, simplesmente porque uma quadrilha criminosa, peconceituosa e retrógrada, não sabe conviver com as diferenças, com a pluralidade, com a diversidade que são a característica da humanidade.

Não é brincadeira. A vida é o bem supremo. A morte não pode ser buscada nem provocada, por uma onda bárbara classista e anômala que assola o Brasil e boa parte do mundo, banalizando o que há de mais sagrado: a existência em condições dignas, decentes, saudáveis, propícias ao desenvolvimento de toda a plenitude.

O poder absoluto do dinheiro e do lucro, os privilégios abusivos, as vantagens indevidas, o parasitismo, a delinquência política institucionalizada, devem ser eliminados do panorama político nacional. Antes de que seja tarde demais.

O desemprego, a violência, os atentados contra a própria vida entre os mais jovens, são sinais gravíssimos que devem nos mobilizar para ações reparadoras e restitutivas, diante da grave ameaça de um governo totalmente avesso ao humano.

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