Fechamento de rádios revolta profissionais

Por Liana Leite, Observatório das Favelas

O fechamento de cinco rádios comunitárias, dia 9 de fevereiro, na Cidade de Deus, revoltou profissionais da área. Os locais foram lacrados por fiscais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com apoio de 50 PMs do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Mais 200 rádios ainda devem ser fechadas este ano.

A justificativa para o fechamento não convenceu o radialista Tião Santos, coordenador do Viva Rio e da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço). Para ele, a ação foi arbitrária e ilegal do ponto de vista jurídico. “A operação foi realizada sem mandado de busca e apreensão. Alegar que as rádios são um instrumento do tráfico não faz sentido, muito menos que derrubam aviões. Os veículos são da comunidade e servem a ela”, garante. Clique no título para ler a notícia na íntegra.