Deter o extermínio

Os métodos do atual regime no poder no Brasil são os do terrorismo de estado.

Em 1997 a OPS-OMS publicou o livro Saúde Mental no Mundo, onde pode se ler sobre práticas idênticas às postas em execução pelo desgoverno atual.

Os assassinatos ficam “justificados” na versão oficial, como sendo combates entre facções criminosas rivais, desacato à voz de alto das forças armadas, ou “erros.”

A ditadura de Videla na Argentina se enquadra neste perfil perfeitamente. 30.000 pessoas foram sequestradas, torturadas e mortas, desaparecidas pelo regime de terror do delinquente militar.

O Brasil do governo do criminoso de lesa humanidade –inacreditável que não tenha sido acusado, julgado, processado e condenado—brota das páginas de uma história de impunidade.

Cumplicidade do parlamento, blindagem do judiciário, apoio da mídia venal, omissão da população, que engole tudo que lhe metem na cabeça. Neste quadro, é difícil manter uma perspectiva positiva.

Como é possível que não tenham sido julgados os crimes da ditadura brasileira? Quem julgará os crimes da quadrilha que derrubou Dilma sem crime cometido, prendeu Lula sem provas, persegue e mata quem considera inimigo/a?

Quem matou Marielle Franco?

Os organismos internacionais e as entidades de Direitos Humanos não fiquem esperando mais cadáveres.

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