Cúpula da PM do Rio, denunciada por corrupção, vai pra cima do Ministério Público

Foto: EBC

Foto: EBC

A matéria é do jornal O Dia desta terça (14):

“Investigada por corrupção pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, a cúpula da PM reuniu forças para debater um contra-ataque. Na noite de segunda-feira, o comandante-geral, José Luís Castro, convocou todos os comandantes de batalhões, UPPs, chefes e diretores de unidades. O estacionamento do Quartel General ficou lotado.

Cada oficial que chegava tinha que assinar uma lista de presença, mesmo ainda sem saber o motivo da convocação extraordinária. No auditório, o coronel Rogério Seabra comandava a apresentação em power point de um manifesto contra as ações do Gaeco. O principal teor do texto era o de que não haveria provas suficientes para as prisões de oficiais feitas pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg) e os promotores do Gaeco. Em menos de um mês, oito oficiais foram presos, além de 32 militares, acusados de corrupção. (…)”

Sobre as denúncias, largamente presentes na imprensa:

“As investigações sobre a cúpula da PM foram baseadas no depoimento de um delator da operação Amigos S/A. Na ocasião, foram presos 26 PMs, entre eles o coronel Alexandre Fontenelle, ex-chefe do Comando de Operações Especiais, e um mototaxista.

Em três depoimentos, o colaborador deu detalhes de como seria o esquema de corrupção envolvendo todos os batalhões. As unidades teriam que contrinuir com R$ 15 mil ao Estado-Maior da PM. A partir de então, o Gaeco, do Ministério Público, passou a investigar. Isso gerou revolta na cúpula. A alegação é de não havia informações suficientes contra eles nas investigações. Na semana passada, com a prisão de policiais da Ilha, outro delator declarou que ouviu dizer de forma generalizada que o comando receberia propina.”

Nesta quarta-feira (15), mais uma denúncia, desta vez pelo relato do jornal Extra:

“O MP abriu um Procedimento de Investigação Criminal (PIC) para apurar fraude na assinatura de um documento que pedia o fornecimento de 75 mil litros de ácido peracético para o Hospital Central da PM.

Em 14 de março, o Fundo Único de Saúde da PM (Fuspom) empenhou R$ 4.423.500 na compra do produto. Na última quinta-feira, o diretor do hospital, coronel Armando Porto Carreiro, afirmou, em depoimento a promotores da Auditoria de Justiça Militar e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que sua assinatura no documento foi adulterada.”

Matéria d’O Dia: http://bit.ly/ZDPB0I

Matéria do Extra: http://glo.bo/ZDPRgo

Sou pensionista da PM, desconto fundo de saúde e não consigo carteira de assistência médica da PM.
Graças a Deus não preciso, mas minha irmã não consegui a emissão da carteira, e somos descontadas
todo mês. O Ministério da Fazenda (Caipi) diz que mesmo comprovando que pago plano de saúde, eu não posso parar de ser descontada. Agora sei para onde está indo esse desconto.
“Corrupção no fundo de saúde da PM”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *