Cuba encerra 2013 com menor taxa de mortalidade infantil da história

Ilha caribenha se mantém como um dos melhores países do mundo. Índice é melhor do que no Canadá, EUA e Reino Unido; muito melhor do que no Brasil; e similar a países como Suíça, Dinamarca e Áustria.

Além do baixo índice de mortalidade infantil, Cuba também registra bons níveis educacionais. Foto: Wikicommons/Site do Opera Mundi

Além do baixo índice de mortalidade infantil, Cuba também registra bons níveis educacionais. Foto: Wikicommons/Site do Opera Mundi

Do Ópera Mundi

Cuba terminou 2013 com uma taxa de mortalidade infantil de 4,2 por cada mil nascidos vivos, o número mais baixo da história da ilha, informaram nesta quinta-feira (02/01) os veículos de imprensa oficial do país.

A primeira vez que os cubanos registraram taxa inferior a 5, foi 2008, com 4,7. Desde então, os índices foram 4,8 em 2008, 4,5 em 2010, 4,9 em 2011 e 4,6 em 2012.

De acordo com a ONU, a média mundial de mortalidade infantil no ano passado era de 48 para cada mil nascidos. No Brasil, em 2012, esse índice era de 12,9. A dos Estados Unidos, por sua vez, era de 7 mortes para cada mil nascimentos. Veja o último informe completo da ONU aqui.

O jornal Granma destacou hoje que o resultado coloca a ilha “entre as primeiras nações do mundo” neste quesito. Segundo números oficiais, oito das 15 províncias cubanas atingiram indicadores menores que a taxa nacional de 4,2, em 2013. Neste ano, foram registrados 125.830 nascimentos, 156 a mais que no ano anterior.

Segundo dados do ministério de Saúde Pública do país, as principais causas de morte de crianças no país estão relacionadas a anomalias congênitas, infecções e afecções perinatais.

Com relação às mães, em 2013 foram registrados 26 óbitos relacionados diretamente com gravidez, parto e pós-parto, uma taxa de 20,7 mulheres para cada 100 mil nascimentos, também a mais baixa da história de Cuba.

(com Agência Efe)