Conselho Federal de Serviço Social adota o Manual de Comunicação LGBT

 

Você sabe porquê é incorreto e preconceituoso utilizar o termo homossexualismo? E porquê a sigla GLS não deve ser empregada como referência à atuação política dos Movimentos LGBTs? Ou ainda, porquê não se deve dizer “o” Travesti, e sim “a” Travesti?

Para tirar estas e outras dúvidas e, principalmente, reduzir o uso inadequado e preconceituoso de terminologias que afetam a cidadania e a dignidade de 20 milhões de LGBTs no Brasil, foi lançado, no final de janeiro, o Manual de Comunicação LGBT.

Disponível nos idiomas português, espanhol e inglês, o Manual tem como foco a imprensa brasileira (jornalistas, radialistas, publicitários, relações públicas, bibliotecários etc.), mas serve também para pessoas e segmentos da área e toda a sociedade.

Segundo a ABGLT, o Manual está diretamente relacionado às metas do Movimento LGBT de contribuir com a elaboração de ferramentas capazes de formar e informar a sociedade brasileira sobre seus direitos humanos e “pretende reforçar os papéis assumidos por cada cidadão para a construção de uma sociedade mais justa, humana, solidária e com pleno acesso aos direitos concedidos na Constituição Brasileira”.

Desde 2006, quando o Conjunto CFESS-CRESS lançou a campanha pela liberdade de orientação e expressão sexual, em parceria com as entidades políticas LGBTs, e publicou a Resolução 489/2006, “que estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo, no exercício profissional do assistente social”, o CFESS tem acompanhado as demandas desse segmento e apoiado ações que contribuem para superar preconceitos e violações de direitos. E o Manual faz parte dessas ações.

manual

“O Manual de Comunicação LGBT é muito importante para contribuir com a disseminação de uma linguagem respeitosa, neste caso, com a liberdade de orientação e expressão sexual e com a identidade de gênero. O material é mais uma ação estratégica na luta pela conquista dos direitos de LGBTs e por uma convivência realmente democrática”, defendeu Silvana Mara de Morais dos Santos, conselheira do CFESS, integrante da Comissão de Comunicação e coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos.

Ainda segundo Silvana, o material contribuirá para que a mídia se comunique melhor, com uma linguagem respeitosa aos segmentos LGBTs. Mas ela ressalta que o Conjunto quer mais. “Queremos mais do que se comunicar de maneira ‘politicamente correta’. Queremos uma sociedade fundada na igualdade real com respeito e valorização da diversidade humana”, ressaltou.

A CFESS tem se articulado para dialogar com os movimentos sociais e sujeitos coletivos, como o movimento feminista, Movimentos LGBTs, movimentos pela igualdade racial, movimentos na área da infância, adolescência, pessoa idosa, pessoa com deficiência e demais movimentos e entidades que atuam na luta pelos direitos de indivíduos historicamente oprimidos.

Para completar, Silvana ainda convida os CRESS a divulgarem o Manual de Comunicação LGBT para os assistentes sociais de suas respectivas regiões. “O debate firme e democrático é uma boa arma contra as formas de preconceito historicamente consolidadas. O conjunto CFESS-CRESS tem um compromisso com a defesa dos direitos humanos”.

Fonte: CFESS

Patético.
O mundo gay inventa e reinventa preconceitos, maneirismos e querem forçar as pessoas biologicamente alinhadas a segui-los.

  • Nikola, seu comentário só demonstra o porquê da necessidade do movimento continuar a fazer ações. Patético e desumano é o preconceito que elas e eles sofrem cotidianamente. Patético é a falta de sensibilidade de seu comentário. Patético é não ser solidário à causa LGTTB. E REVOLTANTE são os números que indicam as mortes de travestis, violência contra gays, lésbicas, bissexuais…

    E, sinceramente, biologicamente alinhadas???? O que é isso?? Dizer este absurdo só corrobora para a violência e preconceito. As pessoas são livres para amar a quem quiserem, só não somos livres desse capital que contribui para a formação de pensamentos preconceituosos e conservadores como o seu.

    Aqui deixo toda a minha solidariedade ao movimento LGTTB. Força sempre!

  • Ah sim, a biologia espera que homens penetrem outros homens pelo ânus.
    Certo….
    O homossexualismo é um fato biológico. Todavia, desalinhado com o objetivo da sexualidade que é a reprodução.
    Todos são livres para amar quem quiserem. Entretanto, isso não elimina o fato de que o coito deste tipo está em descordo com o propósito da sexualidade.

  • À propósito: sou a favor do casamento civil entre homossexuais.
    Isso também não elimina o fato de que suas “modas” e maneirismos são volúveis e por vezes pregam o preconceito inverso.

    A decorrência natural do desalinhamento biológico é a aberração da tentativa de perverter o propósito da sexualidade e questionar a heteronormalidade.

    Não há questionamento há ser feito. A heteronormalidade é a chave para a simples existência de toda a vida na terra (exceto para organismos assexuados e outras formas de reprodução como brotamento, etc).

    Por consequencia, a adoção de crianças por casais homossexuais é questionável dado que a formação da identidade sexual do pueril pode ser seriamente afetada (da mesma forma como na ausência de um pai ou mãe).

    Considerando que é impossível evitar divórcios e orfanagem, permitir a adoção por pais homossexuais é abrir mais uma brecha para a formação de indivíduos potencialmente problemáticos (assim como no caso de pais separados ou ausentes).

    Isso é indiscutível. Porém, é claro, sempre existem exceções. Mesmo em tais ambientes é possível que se desenvolvam seres-humanos equilibrados (que pratiquem exercicios, se alimentem bem, possuam habitos saudaveis, sejam desprovidos de complexos, manias e psicoses).

    Entretanto, grandes são as chances de que isso não ocorra. O resultado disso são pessoas inaptas e desequilibradas que resultaram no país decrépito e tendente à corrupção que temos hoje.

    Posso escrever uma tese sobre isso com fatos e valores quantitativos se você quiser.

  • Ninguém há-de escolher quais palavras uso. Senão, daqui a pouco, estarei [email protected] naquele estila ou estilo capenga e dum mau gosto supino (ou má gosta supina, note-se) com que ess(a/e)s patetas (ou patetos) politicamente corretas (ou corretos!) escrevem.

  • A travesti? Well, não é o que pensa o Sr. Antônio Houaiss. Ora, travesti, é uma palavra do francês, formada com os étimos trans- e vestido, usa-se para nomear aquelas pessoas que usam as roupas do gênero oposto, não? Então, se for a travesti, o gênero oposto é o masculino, de forma que ‘a travesti’ é a Marlene Matos, e não a Roberta Close.

  • NIKOLA . OLA VC DIZ QUE a biologia espera que homens penetrem outros homens pelo ânus.
    Certo….Todos são livres para amar quem quiserem. CERTO . PORQUE VC DIZ OS GAYS LEVAM MAUS CAMINHOS(NO SEU PRIMEIRO PARAGRAFO)SE E PARA UM HOMEM E MULHER FAZER UMA REPRODUÇAO DE OVOLOS PORQUE A PENETRAÇAO ANAL

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