Bolívia: arquivo 2006

uma afronta!

Charge do Angeli, 4/5/2006, na FSP.

brasil-bolívia
Nota da AEPET sobre o gás da Bolívia

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás, com a autoridade de ter sido a maior voz que se manifestou, com veemência, contra o projeto e o contrato do gasoduto Bolívia-Brasil da forma como foi concebido, vem a público se posicionar sobre a recente atitude do governo boliviano na nacionalização do gás e demais instalações petrolíferas naquele país (8/5/2006)..[+]

brasil-bolívia
Pior seria se a política externa fosse outra, diz Amorim

“Tem sempre alguém esperando que alguma coisa aconteça para retomar os ataques”, desabafou o chanceler brasileiro Celso Amorim. “Se a política externa fosse outra, a situação brasileira hoje seria muito pior”; E mais: Críticas tentam conter avanço da união sul-americana; Leia também a análise de Emir Sader. Da Agência Carta Maior, maio de 2006..[+]

análise da notícia
Lei boliviana desmente cobertura mídia brasileira

A imprensa brasileira, em sua maior parte, saiu atirando antes de examinar a legislação boliviana. Não há nenhuma desapropriação ou arresto de bens da Petrobras. Existe é uma luta para garantir maiores ganhos ao Estado de um país pobre. Por Gilberto Maringoni, na Agência Carta Maior, 3/5/2006..[+]

Um país livre


Presidente boliviano, em visita a Belo Horizonte, em 2006. Por Wilson Dias/Arquivo Radiobras; Clique na imagem
A Bolívia é finalmente um país livre da exploração internacional e deixa claro que não pretende confiscar bens

integração regional
Decreto boliviano não deve abalar economia brasileira

A análise do consumo de gás natural no Brasil, principal foco da atuação da Petrobras na Bolívia, sugere que o governo tem condições de administrar com tranqüilidade os reflexos econômicos da decisão de Evo Morales. Matéria de André Barrocal na Agência Carta Maior, em 3/5/2006.

análise
El país que quiere existir

Una inmensa explosión de gas: eso fue el alzamiento popular que sacudió a toda Bolivia y culminó con la renuncia del presidente Sánchez de Lozada, que se fugó dejando tras sí un tendal de muertos. El gas iba a ser enviado a California, a precio ruin y a cambio de mezquinas regalías, a través de tierras chilenas que en otros tiempos habían sido bolivianas. La salida del gas por un puerto de Chile echó sal a la herida, en un país que desde hace más de un siglo viene exigiendo, en vano, la recuperación del camino hacia el mar que perdió en 1883, en la guerra que Chile ganó. (…) Por Eduardo Galeano, feb/2006..[+]

mobilização
Movimentos sociais exigem Constituinte para refundar país

Debate sobre o processo constituinte na Bolívia esquenta com pressão dos movimentos sociais e resistência da ala mais conservadora do país. Indígenas e apoiadores populares de Evo Morales querem garantir a nacionalização dos recursos naturais e maior participação política. Por Fabiana Vezzali e Marina Gonzalez, especial para a Agência Carta Maior, em 18/2/2006.

ameaça
Evo pede unidade e adverte: há um plano de desestabilização em marcha

Novo presidente da Bolívia, Evo Morales, e ministro da Defesa, Walker San Miguel, confirmam existência de informações que apontam para o início de uma tentativa de desestabilização do governo, com a participação de multinacionais do petróleo. Matéria de Marco Aurélio Weissheimer na Agência Carta Maior, em 8/2/2006.

Os primeiros dias

As primeiras 72 horas de governo não foram fáceis para Evo Morales Ayma, primeiro indígena a assumir a presidencia de um país com maioria indígena. Por Marcelo Salles, de La Paz, para o Fazendo Media, 26/1/2006.


Amigos, amigos, negócios à parte. É o recado a Evo Morales

A eleição de Evo Morales na Bolívia é um dos temas mais marcantes neste Fórum Social em Caracas. A vitória do líder do MAS é comemorada como um passo a mais na “oposição regional ao imperialismo”, mas lideranças sociais bolivianas avisam: Evo terá que cumprir os compromissos. Reportagem de Verena Glass, na Agência Carta Maior, em 26/1/2006.

Evo cortará salário… presidencial

Uma das primeiras medidas confirmadas pelo governo do novo presidente da Bolívia, Evo Morales, é a redução do salário pago ao chefe de Estado, que cairia de US$ 3.452 para US$ 1.732, informou o deputado do Movimento ao Socialismo (MAS) Gustavo Torrico, importante colaborador de Morales. Trata-se de uma das iniciativas previstas no plano de austeridade que o novo governo pretende implementar nos próximos meses. Do jornal O Globo, 26/1/2006.

A posse de Evo

No próximo domingo, 22 de janeiro, a Bolívia terá um novo presidente. Evo Morales será o primeiro indígena a liderar o país. A transmissão do mandato será o encontro internacional mais importante que já se realizou no país desde a recuperação da democracia, devido ao número de presidentes, vice-presidentes, ministros, delegados de governo, embaixadores e delegações oficiais que assistirão ao evento. Matéria da Agência ADITAL, em 20/1/2006.

isaac bigio
La nueva polarización boliviana

La masiva elección de Evo Morales como presidente boliviano afectará a toda la región. Es el único gobernante de su país que obtiene una mayoría absoluta desde la época en que el Movimiento Nacionalista Revolucionario (1952-64) actuaba como virtual partido único institucional con un formidable control del aparato estatal. El 54% que ha obtenido es superior al que cualquier partido de izquierda de oposición haya obtenido en Sudamérica. El primer gobernante indígena, campesino y sindicalista de la cuenca del Titicaca puede hacer el gobierno más izquierdista del subcontinente. (…) Por Isaac Bigio, analista internacional, 5/1/2006..[+]

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