Biblioteca: Marcos Sá Corrêa (2001 a 2004)

O Rio tem a polícia que merece
Novembro de 2003

O Fome Zero está zero a zero
Marcos Sá Corrêa, 31 de outubro, 2004. Só faltava a prefeita de Santo Antônio dos Milagres, que se elegeu sem abrir mão de casa, carro, emprego no município e bolsa do Vale-Gás, para mostrar que o populismo alimentar pode matar a fome de vergonha. Basta ver o que o casal Garotinho está fazendo no Rio de Janeiro.

De carona com Chico Mendes
Marcos Sá Corrêa, 3 de outubro, 2004
. Embora seja uma vitória pessoal da ministra Marina Silva, que vem perdendo todas as rixas do país com o meio ambiente, a transformação de Chico Mendes em Herói da Pátria é um prêmio para quem ainda não teve tempo de conhecê-lo.

Política serve para relaxar
Marcos Sá Corrêa, 26 de setembro, 2004. Desista de entender o governo Lula pela leitura dos jornais diários e aprenda a se divertir com eles. É mais negócio tratar as notícias de Brasília como se elas não fizessem o menor sentido. Porque, provavelmente, elas não fazem mesmo.

Picciani, o derrubador
Marcos Sá Corrêa, 12 de setembro, 2004. II Parte. Mesmo quem não está aí para abraçar árvore, mas também não gosta dessas coisas que acontecem na política brasileira, tem um bom motivo para torcer pelas leis ambientais contra a Agropecuária Vale do Suiá, de São Félix do Araguaia, no Mato Grosso. Para quem não se lembra mais dela, é a fazenda Agrovas, do deputado Jorge Picciani, presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. No ano passado, ela foi apanhada pela Polícia Federal num flagrante de trabalho escravo. Fez muito barulho na ocasião.

Rosinha não é Garotinho
17 de agosto, 2003

O Rio de Janeiro para principiantes
4 de maio, 2003

Chame o marido
27 de abril, 2003

A violência importada
21 de janeiro, 2002

A volta por cima
Marcos Sá Corrêa, 03/12/2001