Biblioteca: Carlos Chagas (2000 a 2004)

Um 2005 diferente
(…) Como manter o otimismo sabendo que a atividade especulativa continuará a render bem mais do que a atividade produtiva? Comprar títulos do governo é tão rentável quanto aceitar recursos predatórios de fora, daqueles que não criam um emprego nem forjam um parafuso, mas saem daqui carregando juros dos mais altos do planeta. Em 30 de dezembro, 2004.

Fim de uma farsa
Carlos Chagas, 3 de outubro, 2004. Uma série de mitos envolve a vida de todos nós, provavelmente desde que o primeiro macaco desceu da árvore e passou a considerar-se um troglodita, denominação naquela época equivalente a neoliberal. Andar ereto era o máximo, ilusão que fez nossos bisavôs levantarem o nariz, presumindo-se donos do próprio. Assim, convencionou-se que, havendo eleições, vive-se uma democracia, ou seja, passamos a detentores de todas as verdades absolutas se dispusermos do direito de votar.

O que foi feito do sindicalismo?
Carlos Chagas, 3 de setembro, 2004. (…) A quem recorrerá o andar de baixo? O narcotráfico? O crime organizado? Registre-se, simplesmente, a falência das centrais sindicais, primeiro como instrumento de defesa da soberania nacional, agora como tábua de salvação dos mais humildes.

Unidade, só a partir das bases
16 de março, 2004

Mistificações semânticas
1 de março, 2004

O torneiro-mecânico virou sociólogo
16 de fevereiro, 2004

A nova lista da fritura
12 de fevereiro, 2004

A tragédia dos números
5 de janeiro, 2004

Vão ensinar o faminto a não comer
22 de dezembro, 2003

O ano que foi, o ano que vem
Dezembro de 2003

Temperamental, com muito gosto
5 de dezembro, 2002

Malan é só felicidade
13 de novembro, 2002

E o planalto se rende e entrega a Amazônia
30 de janeiro, 2002

A Argentina é o Brasil de amanhã
11 de julho, 2001

A Amazônia é nossa
17 de outubro, 2000